Conforme já disse aqui em artigos anteriores, tudo indica que o iPhone será um produto chamado pela Apple de “whole unit”, ou seja, os Centros de Serviço não efetuarão nenhum tipo de manutenção de hardware nele, tal qual acontece hoje com os iPods e bases AirPort, por exemplo. Baseado nisso, algumas pessoas têm dito em diversos fóruns, inclusive aqui no Brasil, que o iPhone não permitirá a troca do SIM card, já que seria embutido, tal qual a bateria.
Bem, quanto a isso, eu discordo pelos seguintes motivos:
Sendo um produto “whole unit”, imaginem, o trabalho e burocracia na hora de trocar um iPhone num Centro de Serviço. Depois de chegar o novo, o cliente teria que ir em uma loja da Cingular para habilitar novamente o seu número? Inviável…
A grande vantagem da tecnologia GSM, é a flexibilidade e interoperabilidade entre redes mundiais. Sem contar, que os SIM cards também permitem o armazenamento dos seus contatos, mensagens e os mais modernos ainda agregam serviços específicos da operadora. Peder essas vantagens não seria muito inteligente da parte da Apple.
Se o SIM card for fixo, o que os clientes farão caso desejem trocar de operadora após o fim dos seus contratos com a Cingular? Um celular de US$ 500,00 descartável??
Ah, e tem mais um detalhe importante. Aos 12:42 do keynote (iPhone Introduction), o próprio Steve Jobs demonstra o “tray for your SIM”.
Portanto, esqueçam isso de SIM card fixo, além de não fazer o menor sentido, o próprio Jobs já afirmou o contrário. A Apple pode até ter reinventado o telefone, mas não vai reinventar o padrão mais popular de telefonia celular do mundo…
Este conteúdo foi publicado em Terça, 17 de Abril de 2007 às 12:03 e está arquivado em Apple, iPhone. Você pode acompanhar quaisquer comentários a esta publicação através do RSS 2.0.
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18 de Novembro de 2007 @ 14:56
descordo plenamente com a intençao de criar um Iphone com Sim fixo, assim o fizerem perderá o seu prestigio…