Leopard Server - instalação
Dando continuidade ao review do Leopard Server, vamos a segunda parte que abordará a instalação dele.
Nos meus testes, estou usando um Power Mac G5 1.6GHz, com 2GB de RAM, um HD de 160GB e outro de 320GB.
O processo de instalação do 10.5 é muito parecido com o 10.4 e por isso, não entraremos em maiores detalhes. Agora, após a instalação sim, as coisas já mudam bastante. O Server Assistant guia você passo-a-passo no processo de configuração do novo servidor e, no 10.5, oferece 3 presets que fazem o trabalho chato para você:
No início eu achei meio exagero da Apple, o slogan “No IT departament required” (Departamento de TI não necessário), mas em um ambiente não muito sofisticado, as opções pré-configuradas fazem perfeitamente o que se propõem, configuram os serviços básicos para serem administrados sem muitas dificuldades através do Server Preferences. É obvio que optando por essas configurações, você ficará amarrado a configurações bem simplórias, por exemplo, não dá para habilitar SSL nos seviços Web e iCal, não dá para criar entradas no DNS, configurar DHCP e tão pouco o Open Directory.
Para dar uma incrementada nesse artigo, decidi efetuar em detalhes uma instalação remota do Leopard Server. O servidor é o G5 que eu mencionei lá em cima e o gerenciamento eu fiz em um MacBook.
Para começar, é necessário ter o pacote Server Admin devidamente instalado. No G5, foi colocado o DVD de instalação do Leopard Server e feito o startup pelo DVD. Essa é a única interação feita diretamente com a máquina onde instalaremos o sistema.
Na tela seguinte, temos a listas das máquinas disponíveis via Bonjour, para a instalação do sistema. Como em nossa LAN temos um servidor de DHCP, o G5 aparece direitinho com endereço IP, caso contrário, ele aparecia com um IP na faixa 169.254.xxx.xxx. Em seguida é utilizado os primeiros 8 caracteres do serial number como senha temporária do nosso servidor.
Após as telas de seleção de idioma, apresentação e concordância da EULA, temos a tela de seleção dos volumes disponíveis no G5.
Finalmente a instalação tem início. Uma coisa que eu nunca entendi, é a impossibilidade de customizar quais aplicativos eu posso instalar no meu servidor… Por exemplo, para quê instalar o DVD Player num servidor?? Outro detalhe, é que na instalação remota não é possível remover os pacotes de idiomas e drivers de impressoras…

Aproximadamente 40 minutos depois, a instalação foi concluída com sucesso.
Após o restart, usaremos novamente o Server Assistant para fazermos a configuração remota. Na tela abaixo, o novo servidor é detectado e é solicitada a senha que cadastramos lá no início. Aqui tem uma pegadinha, a senha deve ser em maiúsculo, pois o serial number nos Macs usa caracteres maiúsculos. As telas seguintes demonstram os presets já mencionados.
No próximo artigo, detalharemos a configuração do Leopard Server, usando o modo Standard e por fim o Advanced.











18 de Fevereiro de 2008 @ 12:12
Interessante artigo. Já dá para ver que meteram bem as mãos no Leopard Server. Bom trabalho realizado!
Eu ainda não avancei para a instalação do Server. Curiosamente o Mac que ficará a servir de Server é semelhante ao vosso (é um PowerMac G5 2x 2,5Ghz - 1Gb de Ram e dois discos internos 1º 160Gb e 2º 500Gb).
Estou muito ansioso por ter o “meu” em acção… mas não é só o Server que tenho para ter em funcionamento.
Recentemente fizemos um upgrade ao parque Mac e obviamente que existem bastantes trabalhos de instalações tanto de preparação de hardware como de software. E numa gráfica, onde nada pode parar, a transição está a ser feita em simultâneo com o trabalho a decorrer. E estamos-nos a safar muito bem…
Eu tenho alguns receios sobre o tipo de instalação que devo fazer mas para mim será a opção do meio (Workgroup) a mais acertada porque é na realidade um Server para servir um só grupo apenas.
http://armpauloferreira.blogspot.com/2008/02/mudancas-laborais.html